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05, Fevereiro, 2008 A Death Row ainda detém os direitos de mais de 10.000 títulos, incluindo o clássico álbum de estréia de Snoop Dogg, Doggystyle, o memorável álbum The Chronic de Dr. Dre, e várias músicas de Tupac Shakur. Outros potenciais compradores
incluem a Koch Records e a Evergreen Copyrights, que terão até
o mês de Abril para superar a oferta de US$ 25 milhões
feita pelo Warner Music Group. O evento terá início no dia 1 de Fevereiro e será composto de dois componentes-chave. O primeiro será uma galeria de documentos, informações e fotos que narram a polêmica trajetória da ex-integrante dos Panteras Negras. Afeni ganhou atenção nacional quando foi presa em 1969, por alegadamente ter participado, com outros 20 Panteras Negras, de uma série de ataques à bomba contra mais de 156 prédios de Nova York, lojas de departamentos e escritórios públicos. Ao longo de dois anos, Afeni ficou presa enquanto aguardava julgamento. Ela foi absolvida de todas as acusações pouco mais de um mês antes do nascimento de seu filho Tupac Shakur. A segunda parte do evento
trará uma peça teatral sobre a vida de Afeni, que será
exibida até Março Segundo o site TMZ, o processo também nomeia as gravadoras dos artistas citados, incluindo a Capitol, Sony/BMG, Zomba, Universal, Mijac Music e a Amaru Entertainment. Johnson alega que Different Strokes, que foi produzida em 1967, foi usada nas faixas Blood On The Dance Floor de Michael Jackson, Who Stole The D.J. de Will Smith, Criminal Minded de KRS One, Criminal Background de Peedi Crack & Young Chris, Real Niggaz Don’t Die do N.W.A e Peep Game e Nothing But Love de Tupac Shakur. Representantes dos referidos artistas não se
pronunciaram a respeito até o presente momento. O advogado de Suge, Dermot Givens, quer que o julgamento seja anulado por causa de uma nova evidência de fraude perpetrada pela demandante, a cantora Lydia Harris e seu marido encarcerado, Michael Harris. O processo original, movido em 2002 por Lydia Harris, alega que ela co-fundou a Death Row Records com Suge e que ele teria roubado milhões de dólares dela ao longo dos anos. Um juíz ordenou que Suge pagasse $130 milhões de dólares pelo fato de seus advogados terem violado várias regras da corte, além de falharem em disponibilizar certas informações para os prossecutores. Lydia Harris estava casada com Michael Harris na época do processo original de 2002. Michael está cumprindo 28 anos de cadeia por tráfico de drogas e tentativa de homicídio. Em 1996, ele ameaçou processar a Death Row e a Interscope, alegando que havia financiado a gravadora atrás das grades. Como resultado, ele assinou um acordo de $300.000 onde concordou em liberar ambas empresas de futuras alegações na justiça. A nova moção, que deverá ser o
foco de uma audiência em Los Angeles hoje, alega que Lydia Harris
escondeu da corte o fato de ter entrado com um pedido de falência
cinco anos antes, e que nesta época nunca alegou qualquer participação
na Death Row. A moção alega ainda que, no recente processo
de divórcio de Lydia e Michael, ambos testemunharam que Michael
era o verdadeiro interessado no processo dela contra Suge. Possivelmente provocados pelas acusações no documentário Tupac Assassination: Conspiracy Of Revenge, que foi lançado em Outubro, os investigadores estão novamente a procura de pistas que possam elucidar o caso, além de possíveis respostas de Suge Knight e Reginald Wright Jr, que continuam declarando inocência. Segundo o ex-guarda-costas de Tupac e agente do FBI, Kevin Hackie, existem vários fatores importantes que apontam a culpa de Knight e Wright na morte de Tupac. Hackie mantém que duas dúzias de seguranças foram orientados a andar desarmados na noite em que Tupac foi assassinado. Ele também acredita que a famosa briga envolvendo o membro dos crips, Orlando "Baby Lane" Anderson no MGM Grand Hotel foi encenada, para que Orlando Anderson fosse culpado pelo crime. Hackie também alega que antes de Tupac morrer, uma Glock calibre .40 foi confiscada de um membro da banca de Tupac durante um show no House of Blues, e que a arma teria sido dada para ele, que por sua vez, passou a arma para Wright. Uma Glock calibre .40 foi usada para matar Tupac. Hackie acredita que a arma tenha sido exatamente a mesma que foi confiscada no House of Blues, antes do assassinato de Tupac em Setembro de 1996. No começo do mês, Hackie ofereceu a Wright $100.000 dólares para que ele se submetesse a um detector de mentiras com o intuito de provar que de fato não tem nenhum envolvimento com o assassinato de Tupac Shakur. Wright negou as acusações
veementemente, aceitando prontamente o desafio de Hackie... Em uma ironia do destino, o antigo comprador do Hummer vendeu o automóvel para a família de Tupac com mais 14.000 milhas rodadas. O carro rodou mais de 10.000 milhas desde sua venda em 2003. Agora, forçada a liquidar o bem, a família de Tupac está vendendo o automóvel novamente pela quantia de $200.000. A venda, que segundo rumores ocorrerá através de um leilão online, será conduzida por Candyman 187 e Yaasmyn Fula. Candyman é um rapper que trabalhou com Tupac e com o líder do Digital Underground, Shock G. Fula é mãe do falecido membro dos Outlawz, Kadafi. Os dois tem representando a Havenotz Entertainment, uma companhia que Tupac iniciou com Candyman e Kadafi em 1995. Potenciais compradores
estão sendo orientados a contactarem Candyman através
de seu Myspace (www.myspace.com/candyman187). |
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